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Croácia fará final inédita contra a França

Croácia fará final inédita contra a França fatos e eventos

Croácia fará final inédita contra a França

FOLHAPRESS RÚSSIA | 11/07/2018-21:57:14 Atualizado em 11/07/2018-21:52:43

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Pela primeira vez na história, a Croácia está numa final de Copa do Mundo. Em uma partida emocionante, decidida na prorrogação, o time derrotou a Inglaterra numa virada por 2 a 1 e disputará o título contra a França no domingo em Moscou.

Croácia fará final inédita contra a França fatos e eventos

É o terceiro estreante em finais em duas décadas. Em 1998, a França foi campeã, em casa, e em 2010, foi a vez da Espanha levar o título na África do Sul.

A Croácia supera sua épica campanha de 1998, quando estreou em Mundiais e só foi barrada na semifinal pelos mesmos franceses que irá enfrentar agora.

O resultado é uma combinação de aplicação tática, dedicação e sorte. Como efeito, o jogo de ontem teve mais emoção do que técnica em campo.

Croácia e Inglaterra caíram na chave mais fracas, com menos campeões mundiais, a partir das oitavas de final do Mundial.

Enquanto ficaram pelo caminho Rússia, Dinamarca, Colômbia e outros times secundários, na chave francesa foram eliminados favoritos como o Brasil, Portugal, Argentina e a Bélgica.
Derrotada pela França na semifinal, a equipe belga pega a Inglaterra na disputa do terceiro lugar às 11h de sábado, em São Petersburgo.

Ao meio-dia do dia seguinte, em Moscou, a França busca o bicampeonato contra a novata Croácia, time que nasceu dos escombros da antiga Iugoslávia em 1990 e só foi reconhecido três anos depois. É a equipe de história mais recente na Copa.

Os times chegavam à disputa com históricos contrastantes. Equipe mais antiga do mundo na Copa, com 146 anos, a Inglaterra enfrentava o esquadrão mais novo.

O JOGO

O fôlego inglês do goleador da Copa, Harry Kane, 24, e do meia Dele Alli, 22, só se fizeram presentes no primeiro tempo. Logo aos 4 minutos, Alli foi derrubado imediatamente à frente da grande área por Modric, que teve atuação apagada.

Trippier, que estreou na seleção inglesa em 2007 e não havia marcado gols na Copa, chutou com perfeição por cima de uma barreira de croatas com quase 1,90m de altura, sem chance para Subasic.

A Croácia se abateu, dando várias chances aos ingleses, aparentemente ignorantes da fama de pé-frio do cantor Mick Jagger, presente ao estádio.

No segundo tempo, os croatas passaram a pressionar os ingleses em sua área. Aos 23 minutos, o ritmo do jogo virou. A Croácia abriu o placar com um gol de Perisic, que venceu Walker e escorou um cruzamento. Novamente, a bola parada resolveu a parada na Rússia.

O mesmo atacante voltou à área inglesa, três minutos depois, e acertou uma bola na trave -a sobra ficou com Rebic, que jogou nas mãos de Pickford.

Na prorrogação, a grande atuação de Perisic fez a diferença. Ganhando uma dividida aos 2 minutos, colocou Manduzkic na cara do gol: 2 a 1.

Antes do fim do jogo, a Croácia ainda tirou o autor do segundo gol e Modric, o craque que responde a um processo acusado de acobertar um esquema de desvio de dinheiro de transferências de um ex-cartola, e que pode pegar até cinco anos de cadeia.

O resto foi correria de lado a lado, e pelo menos uma oportunidade para a Croácia ampliar.
Ao fim, a festa croata e a necessidade de adaptação de um verso de “Three Lions”. A letra já desatualizada de 1996 falava em “30 anos de dor” da torcida. Hoje, já são 52.

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