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Eutanásia abrevia a vida de um paciente terminal

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Eutanásia abrevia a vida de um paciente terminal

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A eutanásia tem sido um assunto muito discutido posto que descreve o processo de acelerar a morte de um paciente em estado crítico de saúde, sem que ele sinta dor, sendo uma escolha determinada pelo paciente, família ou ambos.

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De tal modo, o processo da eutanásia abrevia a vida de um paciente terminal, ou seja, aquele que apresenta uma doença incurável e não exiba perspectiva de melhora diante de seu quadro de saúde. Dessa forma, ela pode efetivar-se ao desligar os aparelhos no hospital, por meio de injeções letais, ou ainda, por falta de cuidados médicos.

Mas fique atento, a eutanásia é considerada homicídio de acordo com determinadas crenças, religiões, ética, política, e nalguns países, por exemplo, Brasil e Portugal, essa prática é ilegal. Por sua vez, países como Holanda, essa ação é considerada legal, desde 1993.

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História

Historiadores apontam que a eutanásia é um tema bem antigo, já discutido entre os filósofos gregos Platão e Sócrates, de maneira que os povos primitivos já a praticavam no caso de doenças incuráveis, por exemplo, os celtas, os indianos, dentre outros. Atualmente, trata-se de um assunto que voltou à tona, sendo um tema polêmico (tabu) e pauta de muitos congressos religiosos, médicos, que discutem a ética desse procedimento.

No Brasil, segundo a Constituição Federal, todo cidadão tem o direito à vida e a eutanásia é considerada homicídio doloso. Segundo o Art.121, “matar alguém, pena ou reclusão de 6 a 20 anos”; no Parágrafo 3, “Se o autor do crime agiu por compaixão, a pedido da vítima, imputável e maior, para abreviar-lhe o sofrimento físico insuportável, em razão de doença grave: pena – reclusão de 3 a 6 anos”.

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Prós e Contras

Alguns argumentos a favor (ativistas pro-eutanásia) apontam que viver é um direito e não uma obrigação, outros, os ativistas contra eutanásia, apostam que a vida deve ser mantida até o corpo falecer naturalmente. Dessa forma, os debates sobre a eutanásia, por um lado alimentam a legalização e o direito do doente de escolher sua morte, e por outro, consideram-na crime.

Prós

Autonomia do doente em ter uma morte indolor
Direito à escolha pela vida e morte
Evitar a dor e o sofrimento de pessoas em fase terminal, bem como o sofrimento dos familiares

Contras

Determina o fim da vida de alguém
Para os religiosos é considerado um suicídio, sendo Deus, o único que pode tirar a vida do paciente
Considerada homicídio em alguns países

Tipos de Eutanásia

Há dois tipos de processos de eutanásia, a saber:

Eutanásia Passiva: ocorre quando o doente morre por falta de recursos, seja medicamentos, profissionais, alimentos, dentre outros.

Eutanásia Ativa: é a indução do processo de morte no doente por meio de injeções letais, desligamento de aparelhos, dentre outros.

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Distanásia e Ortotanásia

A distanásia corresponde ao processo contrário à eutanásia passiva, isto é, significa a prática de morte lenta, dolorosa, com sofrimento físico ou psicológico do paciente em estado de lucidez; enquanto a ortotanásia é a morte que ocorre de modo natural.

Curiosidade

Do grego, a palavra Eutanásia, corresponde a união dos termos “eu” (bom) e “thanatos” (morte) que significa “boa morte”, “morte apropriada” ou ainda, “morte sem dor”.

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