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Riscos das redes sociais para os seus filhos

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Riscos das redes sociais para os seus filhos

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Os pais contra os perigos das redes sociais para os seus filhos.

A Internet tem aspectos muito positivos para os nossos filhos, pois tem ferramentas para realizar os deveres para aprender brincando, para pesquisar, entre outros recursos, mas por trás dela existem muitos perigos para os nossos filhos. A gente conversou com Cris Garcia, especialista em redes sociais, que revelou que comunidades ou práticas  podem ser arriscadas para os nossos filhos no ciberespaço.

Os 5 principais riscos para as crianças nas redes sociais

1. Comunidades: podem ser formadas comunidades no WhatsApp e na internet onde as crianças compreendem, se apóiam no sofrimento, as induzem à depressão ou aos transtornos alimentares:

– Pró Ana e Mia: dieta extrema induz as meninas e as pré-adolescentes à anorexia. São colocadas metas de menores calorias consumidas e afirmam que tudo o que a nutrem as mata.

– Pró suicídio: induz as crianças ao suicídio, à ansiedade e à depressão.

– Pró vigorexia: estimulam as crianças a realizar exercícios ao extremo, a consumir proteínas ou inclusive anabolizantes para mostrar um corpo cada vez mais perfeito, sem gordura e todo definido.

2. Pornografia: segundo a especialista é muito fácil que baixem fotos do nosso perfil ou de nossos filhos e essas fotos sejam usadas em portais da internet para promover a pornografia infantil.

3. Chantagens: obtendo fotografias dos nossos filhos desnudos, os delinquentes ou os mesmos adolescentes podem começar uma chantagem obtendo favores sexuais ou dinheiro em troca do silêncio do menor. Se virmos o nosso filho abstraído, muito nervoso, com pesadelos, nós devemos perguntar-lhe o que está acontecendo. Devemos dizer-lhes que NUNCA se deixem fotografar desnudos ou enviar suas fotos ou vídeos íntimos a ninguém, e ensinar-lhes todos os perigos que possam ocorrer. Isso também é conhecido como Sexting.

4. Grooming: Através de um perfil falso na internet, pessoas mal intencionadas podem estar se aproximando com intenções sexuais ou de rapto a uma criança. Por trás de amizades virtuais e até mesmo do estrangeiro pode estar se escondendo um pedófilo. Um perfil falso ou um pederasta se detecta porque a pessoa nunca se apresenta diretamente pela câmera. Seu perfil tem fotos ou de modelos ou muito generalizadas (uma bola, uma paisagem) não tem interação, não dão parabéns, não falam pela internet, não tem amigos ou os amigos que têm não podem ser vistos ou são suspeitos: muito poucos, todos de todas as nacionalidades, ou também perfis sem interação.

5. Violência: através das comunidades mencionadas podem se dar fenômenos de desafios ou lutas que alguns sites da internet incitam aos menores a realizar. Por isso, vemos tantos vídeos de brigas entre crianças e jovens postadas na internet. O Ciberbullying também é um dos fenômenos, pois do bullying nas escolas pode passar ao bullying através das redes sociais.

Sinais de alerta de Ciberbullying
Os sinais de alerta para os pais são as mudanças significativas das crianças ou pré-adolescentes: elas se isolam, se deprimem, dizem coisas relacionadas com a morte, começam a ter hábitos alimentares diferentes como não receber nenhum alimento, vasculhar a geladeira durante a noite, vômitos frequentes, emagrecem rapidamente ou se tornam obcecadas pela ginástica, mudanças de vestuário repentinas, não querem falar, ficam mais tempo do que o normal fechadas no quarto e ficam cada vez mais obcecadas em estar no computador.

Os conselhos para os pais são:

– Observar se existe alguma mudança brusca no comportamento dos filhos;

– Estar mais presentes nas redes sociais e na internet para ganhar sua confiança;

– Navegar na internet com eles e de maneira amável ir-lhes advertindo dos riscos que têm;

– Impor regras sobre o uso das redes, como não publicar fotos que identifiquem o local onde se encontra, publicar números de telefones, etc.

– Não entregar celulares às crianças antes dos 12 anos;

– Baixar aplicativos de controle parental;

– Não crie perfil para crianças pequenas em redes sociais e se possível que nenhum menor de idade tenha um perfil;

– Configurar a privacidade das redes sociais dos pais para que as pessoas não tenham acesso às fotografias dos filhos;

– Denunciar qualquer abuso ou assédio que a criança sofra pela internet.

Viviana Marín

Redatora de GuiaInfantil.com

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